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quinta-feira, janeiro 03, 2008

os quatro compromissos

1. seja impecável com a sua palavra.
a palavra tem um grande poder, que deve sempre ser usado na direção da verdade e do amor. use-a com integridade e evite usá-la contra você mesmo ou sobre os outros. cumpra sempre suas promessas e assuma sem culpas a responsabilidade por seus atos e escolhas.

2. não leve nada para o lado pessoal.
os outros não fazem nada por sua causa, o que eles dizem e fazem é projeção de sua própria realidade, do seu próprio sonho. cada um vive num mundo diferente, e não podemos presumir que os outros conheçam o nosso mundo. mantenha-se imune às opiniões e ações alheias, evitando assim ser vítima de sofrimentos desnecessários.

3. não tire conclusões.
seja corajoso e pergunte aquilo que realmente deseja saber. comunique-se o mais claramente possível e evitará mal entendidos, tristeza e drama.

4. dê sempre o melhor de si.
evite autojulgamento, arrependimento e culpas. seu melhor pode mudar de momento a momento, de acordo com as circunstâncias, mas quando você faz sempre o seu melhor, pode dormir com a consciência tranqüila. é a ação que faz a diferença.

(ensinamentos fundamentais da tradicional sabedoria tolteca para a conquista da verdadeira liberdade pessoal, por don miguel ruiz, cirurgião e estudioso mexicano de ascendência tolteca)

minha resolução para 2008 é tentar manter isso sempre em mente. pode parecer simples, mas se fosse o mundo estaria bem melhor!

terça-feira, setembro 05, 2006

quem somos nós?





O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis, assim como a religião! Mas eu acho que se você levar a mecânica quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não dá respostas claras e reconfortantes. Ela só diz que o mundo é muito grande e cheio de mistérios.

eu sempre fico meio besta quando eu percebo que tudo está interligado, muito mais que imaginamos. não digo apenas do que esse filme nos mostra (e prova, cientificamente), mas muito mais em ver que tudo o que acabo de assistir se encaixa no quebra-cabeças da minha vida como uma pecinha que une coisas tão aparentemente destoantes, como a meu momento de busca pelo auto-conhecimento, o meu trabalho de pós-graduação, meus relacionamentos, meus problemas financeiros, meus vícios e minhas manias... olho para a minha própria vida e quase me sinto como a protagonista do filme, até meio zonza pelo bombardeio de mensagens e conexões e sinais que parecem me chacoalhar como quem grita: "ôw, será que você AINDA NÃO PERCEBEU???"

O mecanismo não é a resposta, mas não vou dizer qual é, pois vocês têm idade suficiente para tomarem suas decisões.

acho que tô começando a perceber... acho...